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Como parece agitada!   
   - Sim, confesso, não tenho a mesma confiança que você, temo tudo da parte do cardeal.   
   - Chiu! - disse a Sra Bonacieux. - Vem alguem!Efetivamente a porta abriu-se e a superiora entrou.   
   -É você que veio de Bolonha? - perguntou ela a Milady.   
   - Sim, sou eu - respondeu esta e, tentando recuperar o seu sangue-frio. - Quem pergunta por mim?   
    - Um homem que não quer dizer como se chama e que vem da parte do cardeal.    - E quer falar comigo? - perguntou Milady.    - Que quer falar com uma senhora que vem de Bolonha.    - Então mande-o entrar, por favor, minha senhora.    - Oh, meu Deus! Meu Deus! - disse a Sra Bonacieux. - Será alguma má notícia?    -Receio que sim.    - Deixo-a com esse estranho mas, se me permitir, voltarei assim que ele for embora.
   - Ora essa! Com certeza. A superiora e a Sra Bonacieux saíram. Milady ficou sozinha, com os olhos pregados na porta, passado um   
   instante, ouviu-se o som de esporas ecoando nas escadas, depois os passos aproximaram-se, a porta abriu-se e apareceu um homem. Milady deu um grito de alegria: este homem era o conde de Rochefort, a alma danada de Sua Eminência.   

   DUAS VARIEDADES DE DEMÔNIOS   

   -Ah! - exclamaram ao mesmo tempo Rochefort e Milady. – É você!   
    - Sim, sou eu.    - E veio de?... - perguntou Milady.    - De La Rochelle. E você?    - Da Inglaterra.    - Buckingham?   
   - Morto ou gravemente ferido, quando parti sem ter conseguido obter nada, um fanático acabava de assassiná-lo.   
   -Ah! - exclamou Rochefort com um sorriso. - Eis um acaso muito feliz e

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