Capítulo disponível em: Inglês
Francês
Espanhol
Italiano
Romeno
Para Diante
do acampamento, e em um grupo separado podia-se distinguir o Sr. de Busigny, o dragão, o suíço e o quarto apostador.
Athos tirou o chapéu, colocou-o na ponta da espada e agitou-o no ar.
Todos os espectadores responderam à sua saudação, acompanhando esta cortesia com um grande hurra que chegou até eles. Depois disto, os quatro desapareceram no bastião, onde Grimaud já os havia precedido.
O CONSELHO DOS MOSQUETEIROS
Como Athos previra, o bastião estava ocupado unicamente por uma dúzia de mortos, tanto franceses como rocheleses.
- Meus senhores - disse Athos, que assumira o comando da expedição -, enquanto Grimaud vai pôr a mesa, comecemos por recolher as espingardas e os cartuchos, podemos aliás conversar enquanto executamos esta tarefa. Estes senhores - acrescentou, designando os mortos -, não nos escutam. - Mas podíamos atirá-los para o fosso - disse Porthos -, depois de termos verificado que não têm nada nos bolsos. - Sim - disse Aramis -, isso é com Grimaud. - Ah, bom - disse D’Artagnan. - Então Grimaud que os reviste e que os atire das muralhas. - Nem pensar nisso - disse Athos -, podem nos ser úteis. - Estes mortos podem ser úteis? - disse Porthos. - Ora essa! Enlouqueceu, caro amigo.
- Não julgue temerariamente, dizem o Evangelho e o Sr. Cardeal - respondeu Athos. - Quantas espingardas, meus senhores?
- Doze - respondeu Aramis. - Quantos tiros a disparar? - Uma centena.
- É quanto nos basta; carreguemos as armas. Os quatro mosqueteiros meteram mãos à obra. Quando acabavam de carregar a última espingarda, Grimaud fez sinal de que o almoço estava servido.
Athos respondeu, sempre por gestos, que estava bem, e indicou a Grimaud uma espécie de guarita onde este compreendeu que devia pôr-se de