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Romeno
Para Diante
insistia pelo contrário no duque de Angoulême, que o rei, por sua instigação, nomeara tenente-general. Resultado: sob pena de ver os Srs. de Bassompierre e Schomberg desertarem do Exército, o rei se viu obrigado a dar a cada um o seu comando pessoal. Bassompierre tomou posições ao norte da cidade, desde La Leu até Dompierre, o duque de Angoulême a leste, desde Dompierre até Périgny, e o Sr. de Schomberg ao sul, desde Périgny até Angoulins.
Monsieur estava instalado em Dompierre.
O rei instalava-se ora em Etré, ora em La Jarrie. Finalmente, o cardeal encontrava-se instalado nas dunas, na Ponte de La Pierre, em uma casa simples, sem nenhuma proteção.
Deste modo, Monsieur vigiava Bassompierre. O rei, o duque de Angoulême e o cardeal, o Sr. de Schomberg. Uma vez esta organização estabelecida, ocuparam-se de expulsar os Ingleses da ilha.
A conjuntura era favorável: os Ingleses, que necessitam antes de mais nada de bons víveres para serem bons soldados, como só comiam carne salgada e ruins biscoitos, tinham muitos doentes no seu campo, além disso, o mar, agitadíssimo naquela época do ano em todas as costas do Atlântico, afundava todos os dias algum naviozinho e a praia, desde a ponta do Aiguillon até à trincheira, ficava literalmente, em todas as marés, coberta de destroços de lanchões, de roberges e de faluchos, logo, mesmo que as tropas reais permanecessem no seu campo, era evidente que mais dia menos dia Buckingham, que só se mantinha na ilha de Ré por teimosia, seria obrigado a levantar o cerco.
Mas como o Sr. de Toiras informasse que tudo se preparava no campo inimigo para novo assalto, o rei achou que devia acabar com aquilo e deu as ordens necessárias para um ataque decisivo.
Como a nossa intenção não é escrever um diário do cerco, mas pelo