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Romeno
Para Diante
difíceis de reter - disse D’Artagnan. E esporeando o cavalo meteu-o a galope e retomou o caminho de Paris. Como era seu hábito em semelhantes ocasiões, D’Artagnan foi direito a
casa de Athos. Encontrou Athos deitado em um grande canapé, onde esperava, como dissera, que o seu equipamento viesse procurá-lo. Contou a Athos tudo o que acabava de se passar, exceto a carta do Sr. de Wardes.
Athos ficou encantado quando soube que se ia bater contra um inglês. Já dissemos que esse era o seu sonho. Mandaram chamar imediatamente Porthos e Aramis pelos lacaios e puseram-nos a par da situação.
Porthos desembainhou a espada e pôs-se a esgrimir contra a parede, recuando de vez em quando e fletindo os joelhos como um bailarino. Aramis, que continuava a trabalhar no seu poema, fechou-se no gabinete de Athos e pediu que não o incomodassem antes do momento de desembainhar.
Athos pediu por sinais uma garrafa a Grimaud.
Quanto a D’Artagnan traçou só para consigo um planozinho, que veremos mais tarde em execução, e que lhe prometia alguma aventura engraçada, como se podia deduzir pelos sorrisos que de vez em quando lhe passavam pelo rosto, cujo devaneio iluminavam.
INGLESES E FRANCESES
À hora combinada dirigiram-se com os quatro lacaios para trás do Luxemburgo, um recinto abandonado às cabras. Athos deu uma moeda ao cabreiro para que se retirasse. Os lacaios foram encarregados de montar sentinela.
Não tardou a aproximar-se do recinto um grupo silencioso, que entrou e se juntou aos mosqueteiros, depois de acordo com os hábitos de além-mar, sucederam-se as apresentações.
Os ingleses eram todos pessoas da mais alta categoria, para quem os nomes extravagantes dos seus adversários foram motivo não só de surpresa,