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Romeno
Para Diante
carta fora parar lá pusera de sobreaviso, não perdi uma expressão da sua fisionomia.
- E que achou?... - Traiçoeira, senhor.
-Realmente?
- Além disso, assim que o senhor o deixou e desapareceu à esquina da rua,
o Sr. Bonacieux pegou o chapéu, fechou a porta e correu pela rua oposta.
- Com efeito, tem razão, Planchet, tudo isso me parece muito suspeito, e pode ficar tranquilo que não lhe pagaremos o aluguel enquanto a coisa não nos for categoricamente explicada.
-O senhor brinca, mas verá...
- Que quer, Planchet, o que tem de acontecer está escrito! - O senhor não desiste portanto do seu passeio desta noite?
-Muito pelo contrário, Planchet, quantos mais motivos tenho para desconfiar do Sr. Bonacieux, mais acho que devo ir ao encontro que me marcaram nessa carta que tanto o preocupa.
-Então, se é essa a resolução do senhor...
- Inabalável meu amigo. Portanto, às nove horas esteja por aqui, virei buscá-lo.
Vendo que não havia nenhuma esperança de levar o amo a renunciar ao seu projeto, Planchet soltou um profundo suspiro e pôs-se a escovar o terceiro cavalo.
Quanto a D’Artagnan, como no fundo era um rapaz cheio de prudência, em vez de ir para casa, foi almoçar com o padre gascão que num momento de penúria dos quatro amigos lhes oferecera um pequeno-almoço de chocolate.
O PAVILHÃO
Às nove horas, D’Artagnan estava no aquartelamento das Guardas,