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Romeno
Para Diante
marcado por uma dama a um cavalheiro ou por um cavalheiro a uma dama, que fora perturbado pela presença de D’Artagnan e do seu cavalo amarelo.
Aramis declarara que, dada a natureza misteriosa dessas coisas, era preferível não as aprofundar.
Compreenderam portanto, pelas poucas palavras proferidas por D’Artagnan, do que se tratava, e como pensaram que depois de apanhar o seu homem ou de o perder de vista D’Artagnan acabaria por regressar a casa, continuaram o seu caminho.
Quando entraram no quarto de D’Artagnan o quarto estava vazio: o senhorio, temendo as consequências do recontro que sem dúvida se verificaria entre o jovem e o desconhecido, julgara, de acordo com a exposição que ele próprio fizera do seu caráter, ser mais prudente pôr-se em segurança.
D’ARTAGNAN SALIENTA-SE
Como Athos e Porthos tinham previsto, D’Artagnan regressou passada meia hora. Também desta vez perdera o seu homem de vista, este desaparecera como que por encanto. D’Artagnan correra, de espada em punho, todas as ruas vizinhas, mas não encontrara ninguém parecido com quem procurava, e por fim chegara à conclusão que talvez devesse ter começado por bater à porta a que o desconhecido estava encostado, mas em vão fizera ressoar dez ou doze vezes seguidas a aldrabada, ninguém respondera e os vizinhos que, atraídos pelo barulho, tinham ido verificar o porque do barulho, garantiram-lhe que aquela casa, que de resto tinha todas as janelas fechadas, estava completamente desabitada havia seis meses.
Enquanto D’Artagnan corria as ruas e batia às portas, Aramis viera juntar-se aos seus dois camaradas, assim quando regressou a casa D’Artagnan encontrou a reunião completa.
- Então? - perguntaram em uníssono os três mosqueteiros ao verem-no